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Quarta-feira, Agosto 13, 2008
VENLAFAXINA
Excipiente
Cloridrato
Rotina
Hora marcada
Marca repentina
Estar contente
Já não é mais sina
É obra dela- venlafaxina.
Captadores
Neurotransmissores
Se existem dores
Nunca são externas
Tais dissabores
São obras internas
Suavizadas pela medicina.
O que há de errado com minha endorfina??
Quem me dera saber.
Quem me dera
Enquanto o sonho não tocar a hera
Enquanto a causa ficar na caverna
Enquanto a vida parecer eterna
Seremos duas - eu e essa menina
A senhorita Venlafaxina.
De Ivana Schmitz
Blog da autora:http://www.poemanatela.blogger.com.br/
postado
por :: viage :: 5:12 PM :: Comentário(s):: :
Segunda-feira, Julho 14, 2008
A inveja "(...)Ver é como possuir. A inveja é mais: é gozo, a imensa satisfação em querer ver destruído o que pertence ao outro. Por isso, a expectativa alucinada em torno de ver o derrotado. Não há diferença de prazer em relação a ver a desgraça no trânsito, no linchamento, na rebelião no presídio, no sofrimento e na morte de outros.(...")
Filósofa Márcia Tiburi falando sobre Realities shows numa entrevista realizada pela Revista da Universidade Mackenzie
Fonte: http://www.pinkpunk.globolog.com.br/
postado
por :: viage :: 5:44 PM :: Comentário(s):: :
Quinta-feira, Abril 24, 2008
FACIL DE PLANTAR
Cordel
Autor:GENIVALDO BAZILIO
Artista de rua, educador social e poeta popular
Na sociedade moderna
Moderna é a selvageria
É luco a todo custo
Faz das tripas alquimia
Profana e vulgariza
E tudo é mercadoria
O cha e a planta narcotica
que altera e inspirou poesia
relaxa sem depressão
Da prazer e alegria
Claro tambem causa danos
feito açucar todo dia
É combatida por um lado
Por outro é estimulado
É reprimido de dia
Á noite é adiantado
Assim ninguem paga imposto
E todo dinheiro é lavado
No fim de tudo o lucro!
E o usuario é culpado
Vitima da estorção
Do arrego e da corrupção
de apaisano e fardados
Desde que o mundo é mundo
Que se pôde registrar
Desde os tempos das cavernas
Por terra agua e ar
Que o ser humano tenta
Transceder se superar
No momento do lazer
No trabalho ou no ritual
Na busca do prazer
Ou no encontro do ser
Ao ser ser transcendental
Ousar esperimentar
Ser livre ter paixões
Viver a realidade
Visitar as iluzões
Nos trouxeram muitos feitos
No campo das evoluções
É natural do vaqueiro
da caatinga e do serrado
Gostar de cachaça e mulher
De vaquejada e de gado
E a cada grupo um costume
A cada costume um recado
Porem nos vem da escencia
Em nosso desejo velado
Viver novas esperiencias
Ter o estado mental alterado
Foi isso que senpre levou
Os povos a se drogar
Para afastar o tedeo
No lazer santo remedio
Com os deuzes faz delirar
Narcoticos não são iguais
Nem a viajem tão pouco
Mas para o censo comum
O diferente é louco
Há uns contra
Outros a favor
Uns sabendo
Outros enganados
E o que vem sendo feito
com certeza esta errado
E nem precisa argumento
É só ficar atento
Ao nefasto resultado.
Levantei a discução
E a qualquer cidadão
É garantido opinar
Depois de estudar os fatos
Da repressão e do fracasso
Que não da pra desfarça
Das mentiras deslavadas
Versões desmoralisadas
Para nos incriminar
Se vê que toda tenção
É fruto de uma armação
Que nos leva a pençar
Que a planta esta nestre meio
para empedir seu semeio
Pois é facil de plantar
Fonte: www.marchadamaconha.org
postado
por :: viage :: 10:29 AM :: Comentário(s):: :
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